Taxa de R$ 200 gera onda de críticas e coloca permanência do Universo Paralello em Pratigi em dúvida
A cobrança da Tarifa por Uso do Patrimônio de Ituberá (TUPI), no valor de R$ 200 para visitantes durante os dias 27 de dezembro e 4 de janeiro, tem enfrentado uma crescente pressão desde que foi anunciada pela Prefeitura de Ituberá.
Já circula um abaixo-assinado pedindo a revogação da taxa. A cobrança também tem sido tema de debates entre produtores de eventos, empreendedores locais e pessoas que costumam participar do festival.
Em meio à repercussão, a organização do Universo Paralello divulgou uma nota oficial afirmando que, caso a lei permaneça sem alterações, poderá reavaliar a permanência do evento na Praia de Pratigi nas próximas edições. O festival é realizado em Ituberá a mais de 20 anos, após deixar o município de Porto Seguro, onde ocorreu por diversas edições.
Nas redes sociais, páginas voltadas ao público da música eletrônica, frequentadores do festival, turistas, moradores e comerciantes têm publicado críticas à medida, alegando que ela pode afastar visitantes e prejudicar a economia da região.
Na nota, a organização afirma que a taxa gera impactos para visitantes, trabalhadores e comerciantes ligados ao evento, além de defender a abertura de diálogo com o poder público para buscar uma solução considerada equilibrada. A organização também informou que estuda medidas jurídicas diante das dúvidas sobre a legalidade da cobrança.


