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,04/05/2026

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    Empresário da região desenvolve maquininha de cartão como solução para pagamento


    Empresário da região desenvolve maquininha de cartão como solução para pagamento
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    O É Forte Atacadista está utilizando a sua própria máquina de cartão, para vendas no mercado, o Pague Forte, equipamento que também está sendo comercializado para quem precisa de uma máquina de cartão para seus negócios.


    Segundo Iure Silva, a ideia para ter um equipamento próprio surgiu após ver uma reportagem falando sobre o Assaí Atacadista, que reduziu o número de novas lojas para poder investir em marcas próprias, como produtos, uma rede de farmácias dentro do atacado e entre outros. Dessa forma, surgiu a ideia de ter uma máquina de cartão, na qual pudesse facilitar as questões financeiras do É Forte.


    "Comecei a estudar sobre o assunto e entrar em contato com alguns parceiros que já oferecem esse tipo de serviço e cheguei a encontrar o contato de um pessoal de São Paulo, e viemos já há alguns meses negociando, ajustando contratos, corrigindo pontos e chegamos a um denominador comum”, diz Iure.


    O Pague Forte segue todas as regras do Banco Central e, segundo Iure, com a maquininha é mais uma oportunidade de reduzir as taxas, conseguindo, segundo ele, competir com a Tom e o Mercado Pago no valor cobrado na antecipação automática, fazendo preços melhores.


    Iure conta que a maquininha do Pague Forte tem o que é mais tecnológico para este tipo de aparelho, que traz maior segurança e rapidez para clientes e empresas que utilizam o equipamento.


    A Pague Forte faz todo o processo da maquininha de cartão e está regulamentada de acordo com as regras do Banco Central, emitindo nota fiscal, evitando bitributação, entre outros. Segundo Iure, isso ocorre por conta de uma grande equipe de contabilidade, que cuida para que tudo saia da forma correta.

    Iure ainda conta que com a Pague Forte acaba sendo uma estratégia de mercado, já que a Declaração de Informações de Meios de Pagamento (DIMP) é feita de acordo com o tipo de necessidade de quem tem a maquininha.

    “Aqui no É Forte Atacadista, conseguimos um maior controle tributário, pois antes ficamos reféns da dimp que era enviada pelas maquininhas de cartões como Stone, Rede e Cielo e nem sempre mandava de maneira rápida e da maneira que a contabilidade pedia”, completa Iure.

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