Presidente da ANPC é acusada de supostamente oferecer dinheiro para confirmar suposta praga no cacau
A presidente da ANPC, Vanuza Barroso, está sendo acusada de oferecer R$ 5 mil por mês a uma funcionária da Biofábrica da Bahia para que confirmasse a existência de uma suposta praga em viveiros de cacau.
Segundo a denúncia divulgada pelo site Políticos do Sul da Bahia, após a recusa da servidora em aceitar a proposta, o tom da conversa teria mudado para intimidação. O caso foi encaminhado à Polícia Civil, que deve apurar as circunstâncias da denúncia.
No inicio do mês de maio, Vanuza fez um vídeo denunciando a Biofábrica da Bahia de estar vendendo mudas de cacau possivelmente contaminadas pelo vírus mosaico, que causa uma oença na lavoura que faz o produtor perder boa parte da produção.
No suposto áudio gravado durante uma ligação entre Vanuza e a funcionaria, a presidente da ANPC diz que faria os pagamentos mensalmente, além de levar a funcionaria para Minas Gerais, já que a mesma perderia o emprego ao confirmar a denuncia.
O pagamento seria até o final de 2026, quando a funcionaria já teria conseguido um novo emprego em Minas.
Procurada pelo Informe 73, Vanuza Barroso não respondeu até o fechamento esta matéria.









